Prêmio Brasil Olímpico e o recomeço

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Falar sobre a noite de gala do esporte olímpico brasileiro é sempre especial, e para nós teve um gostinho ainda maior porque foi a primeira vez que recebemos o aviso de pauta sobre o credenciamento para cobertura e nossa primeira aprovação para acompanhar a entrega da premiação.

Transmitimos diversas informações pelos nossos perfis no Instagram (@blogfimejogo) e no Twitter (@fimdejogo), com flashes do que acontecia nos bastidores, corredores e entrevistas. Essa é nossa linha editorial, mas uma coisa foi diferente.

Assim que entramos, tudo certo e com crachás pendurados. Hora de começar a cobertura e aí notamos que era um outro mundo, parecido com o que vivenciamos há muito tempo no futebol: poucos celulares nas mãos. Pois é, a fila de câmera grandes, das emissoras tradicionais, era maioria esmagadora. Dava para contar os poucos com celulares nas mãos, como o nosso caso.

Confesso que me causou um pouco de surpresa e aquela sensação de volta ao início das nossas coberturas no futebol, lá em 2009, onde meu celular era uma minoria no meio das equipes de reportagens. Comecei a olhar, a entender o ambiente e estudar melhores formas de conseguir o meu espaço. Vale comentar, que não tive nenhum problema com ninguém me olhando atravessado, mas voltei no tempo.

A primeira sensação de estar bem ambientada foi quando a jornalista amazonense, Leoneia (@MillahLeonel) veio falar comigo, falando que era uma seguidora antiga do nosso perfil no Twitter. Ela nem imagina que aquelas palavras seriam um gatilho para me deixar mais à vontade. Depois foi a vez do garçom, Marcos, que me conheceu em 2015, durante um Jogo das Estrelas. Mais adiante, foi a vez do Felipe Rabelo, que agora está no COB, vir conversar comigo.

Já estava “em casa” de novo.

As mídias independentes são sim uma realidade, mas é preciso atenção redobrada para ocupar os espaços, com muita responsabilidade, sem perder a essência da nossa linha editorial.

 

O Prêmio

Falando do Prêmio, vale comentar que a dinâmica da apresentação não foi nem um pouco cansativa, pelo contrário. Eles conseguiram fazer com que a cerimônia transcorresse da melhor forma, intercalada com homenagens, discursos rápidos, um pouco de música e apresentações.

Alison dos Santos e Rebeca Andrade foram eleitos os melhores atletas do ano no Prêmio Brasil Olímpico. Dois atletas simpáticos, que se divertiam dando entrevistas, sem estresses, sem perguntas que não tivessem resposta. Rebeca não se continha de alegria e as brincadeiras de Alison divertia todo mundo.

Foram 55 categorias, ao todo, e notamos que um grupo grande não pode comparecer. Esperava ver Rayssa Leal e Bia Haddad, que são dois fenômenos. Ficou para um futuro próximo. Na cerimônia, registro da nova Ministra do Esporte, Ana Mozer.

 

Ela, Daiane

Um dos destaques da noite foi a homenagem à ex-ginasta Daiane dos Santos. Ela recebeu o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, um reconhecimento pelos serviços prestados ao esporte brasileiro em toda a carreira. O caminho até subir ao palco foi ao som de Brasileirinho, com direito a dancinha e muitos aplausos. Primeira campeã mundial de ginástica artística do país, em 2003, Daiane foi uma das principais referências esportivas do Brasil no início do século 21. Ao som de “Brasileirinho”, ela encantou o mundo com suas inesquecíveis apresentações no solo.

Um exemplo a ser lembrado sempre.

Inspirados nos sonhos de Daiane… Nossos sonhos? Entender cada vez mais desse novo espaço, que iniciamos na cobertura da Rio 2016, para colocar como meta Paris 2024. Se a gente não sonhar…, certo Daiane?

Galeria de fotos

Na nossa galeria de fotos, os vários registros do nosso fotógrafo Celso Pupo. Neste link.

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Post Author: Cristina Dissat

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