Empate na Ilha: Portuguesa 2 x 2 Flamengo

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Um tempo de um e um tempo do outro. Assim o placar foi justo com dois gols pra cada lado. A Portuguesa abriu o placar com Mauro Silva e Romarinho. Já o Flamengo contou com Pedro para empatar a partida. Se a Portuguesa vencesse, o G4 da Taça Guanabara estaria montado com os dois times e mais Volta Redonda e Fluminense, mas com o empate, ainda podem acontecer mudanças no domingo. (fotos Celso Pupo)

No primeiro tempo, foi a Portuguesa que dominou, marcou e foi muito bem. O Flamengo parecia meio perdido. Já imaginaram as redes sociais? Nem precisa detalhar. Já o segundo tempo, o time rubro-negro voltou diferente e controlou o jogo, lembrando que a Lusa perdeu uma chance imensa de ampliar para 3 a 0, mas Hugo parou o lance.

De volta à Ilha

Depois de acompanharmos as obras detalhadamente – por duas ocasiões – no estádio Luso Brasileiro, na Ilha do Governador, não dava para deixar de fazer a cobertura do jogo. Foi programa de sábado à noite. Como estariam as coisas por lá?

Não fomos os únicos muito curiosos. Boa parte dos fotógrafos fizeram como a gente, e do Maracanã foi todo mundo para Ilha. Em época diferente, não levamos mais do que 20 minutos pra chegar. Foi bom ter voltado.

As arquibancadas, usadas na época de Botafogo e Flamengo, estão fora e parecem que alguns trechos ainda estão sendo acabados naquele local, além de novos espaços e recursos como teto solar (que não foi possível checar hoje).

O toque diferente e bem divertido do jogo foram as músicas usadas no pré-jogo. Tivemos samba, Bebeto (com Praia e sol, Maracanã futebol), a trilha sonora do Canal 100 e até Tropa de Elite. E teve mais. Na entrada do time da Lusa em campo, a opção foi a música-tema do Ayrton Sena, usada nas transmissões da Globo, lembrando que agora que tem os direitos é a Record.

 

Aproveitando, parabéns pela entrada da faixa sobre campanha contra a agressão à mulher.

O pessoal curtiu a volta e foi uma demonstração generalizada de carinho pelo estádio, em cada postagem no Twitter. Ufa, não deu problema na rede, para “nossa alegria”. A maioria manifestou e só mencionavam boas lembranças.

Está ficando esquisito

O que anda ficando esquisito é o comportamento dos dirigentes dos clubes nas partidas. Antes, com a barulheira das torcidas, isso se misturava,  mas agora além de nítido é bem deselegante.

Hoje teve de tudo, principalmente a pressão na arbitragem, de novo. A novidade? Quando a bola ficava parada, resolveram contar o tempo em voz alta. Pois é. Se ouvia: ummmmmmm, doiiiissssss, trêsssss e por ai vai.

O que espanta, mas nem tanto (apesar de ser mais adequado um pouquinho só de educação), é que até o jogo começar todos são educados etc, mas de repente liga um botão, que provoca uma transformação digna de filme.

Tudo bem que a maioria é assim, mas quem está à frente dos clubes deveria ter um pouco mais de cuidado. OK, é pedir muito, não é? Fizemos uma rápida enquete no Twitter para que o pessoal adivinhasse qual a palavra mais usada por eles. Alguns acertaram, outros foram mais comedidos. E vocês? Imaginam? Essa não dá pra reproduzir. 🙂

Bom, até a próxima partida.

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Post Author: Cristina Dissat

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