“Zico, o Samurai de Quintino” estreia nacionalmente nesta quinta-feira, dia 30 de abril, e chega com potencial de atrair públicos diversos, porque vai além do futebol contando uma história de superação, disciplina e legado.
Para o Fimdejogo, que acompanha o esporte também como cultura e memória, o lançamento reforça um ponto essencial: Zico pertence à história.
A expectativa é que as salas de cinema recebam um público apaixonado que vai se emocionar e conhecer um lado do Galinho ainda desconhecido. Para os torcedores do Flamengo, quem for com a camisa rubro-negra paga metade do ingresso.
Pré-lançamento Reuniu Convidados e Celebra a trajetória de Zico no Rio
O pré-lançamento do documentário “Zico, o Samurai de Quintino” movimentou o Cinemark do Downtown, na Barra da Tijuca, reunindo convidados, jornalistas, personalidades do esporte e admiradores do maior ídolo da história do Flamengo, Zico.
A maioria das pessoas não imaginava que a pré-estreia reuniria tanta gente, transformando o espaço em um “estádio” Escadas rolantes, as salas, corredores e o espaço do Downtown tiveram um movimento e uma emoção diferentes. Quem entrava para a sessão ganhava uma faixa com vários Zicos e ganhamos um álbum de figurinhas que vai para nosso acervo.

No tapete vermelho, vários famosos e amigos e se alguém duvidou que Zico entrasse no hall para conversar com fãs e jornalistas não conhecem quem ele é.
O evento marcou uma das primeiras exibições públicas do longa dirigido por João Wainer, que retrata a trajetória do craque desde a infância em Quintino, na Zona Norte do Rio, até o reconhecimento internacional como um dos maiores nomes do futebol mundial e a paixão dos japoneses. Antes, algumas sessões aconteceram e estivemos no Botafogo Praia Shopping para assistir o documentário.
Antes do filme, foi realizada uma coletiva com a presença de Zico e o diretor João Wainer mostrou outros detalhes e ângulos do filme. Os depoimentos fizeram com que o entendimento geral mudasse. Assistir antes e depois da coletiva foi diferente.
Entre os detalhes interessantes dessa coletiva, está o local escolhido: uma das salas de cinema do Downtown. O outro foi a presença de uma imprensa especializada em cinema que abordou questões técnicas da produção, narrativa e escolhas do olhar em relação ao documentário clássico.

Na coletiva, João Wainer contou sobre o dia a dia para as gravações e disse que com Zico tudo parece mais fácil.
Durante eventos recentes de lançamento, o próprio Zico destacou que o documentário não se limita ao desempenho dentro de campo, mas revisita “os desafios, os apertos e as interrogações” de sua trajetória, reforçando o caráter humano da narrativa.
O cuidado com a sonorização do filme criou um contexto especial e diferente dos documentários.
Destaque também para como o levantamento do acervo incrível de Zico, cuidadosamente arquivado pela esposa Sandra ao longo dos anos. Outro detalhe que foi decisivo para o documentário foi a iniciativa da família Coimbra em registrar tudo com câmeras amadoras, muito distante do que existe atualmente.
Distribuído pela Downtown Filmes, “Zico, o Samurai de Quintino” reforça esse potencial: mais do que um filme sobre futebol, a obra se apresenta como um registro emocional e histórico de um personagem que ultrapassou o esporte para se tornar símbolo de dedicação, talento e identidade brasileira.
Agora é escolher o cinema e não perder esse filme que faz a gente chorar, se emocionar e entender muitas coisas da vida do ídolo.



