Foi difícil saber que recebeu mais reclamações em São Januário depois da derrota do Vasco para o Bahia, por 1 a 0.
Quando o juiz apitou o fim do jogo, que teve 11 minutos de acréscimo, muitas vaias que foram abafadas pelo som do estádio, que teve o volume aumentado.
Mas também aconteceu uma mistura de manifestações, como na substituição de Coutinho. Tinha gente vaiando, gente aplaudindo, gente xingando o Diniz, a arbitragem, a cera do goleiro do Bahia…Teve de tudo. A irritação era quase incontrolável. O pessoal queria entrar em campo pra ver se resolvia. E nem a clássica pressão da música “obrigação é vencer no Caldeirão” funcionou.

Desde o início do jogo havia um certo clima de pressão dos torcedores. Quando o jogo começou isso só aumentou. A torcida precisava de um bom primeiro tempo e, se possível com gol, para acalmar um pouco, mas o contrário aconteceu porque o Bahia vem bem nesse início de Brasileirão, com bons resultados. Primeiro tempo com gol do Bahia, marcado por Luciano Juba. (Fotos Celso Pupo/DC Press)

Alguns torcedores incentivaram mais e empurravam o Vasco, mas outros xingaram até a pausa para hidratação. Sem falar na irritação com a dificuldade do Vasco finalizar certo e marcar o gol. O Vasco até que tentou, mas longe do que precisa.
Público e renda
A chuvarada fez o pessoal entrar ainda mais tarde. Não foi um estádio lotado, porque vários trechos das arquibancadas tinham espaços vazios e a área Vip ficou fechada.
Foi um público regular com 11.477 presentes, 10.925 pagantes e renda de R$ 727.772,00.


Tempo no Rio
Será que os Deuses estão irritados com tantos torneios ao mesmo tempo? Porque mais um jogo e o temporal desabou uma hora e pouco antes do início da partida.
Caiu com vontade e cheio de raios. Para sorte de todo mundo foi uma pancada rápida, diferente de outros pontos onde o aguaceiro foi sinistro.
No primeiro momento, a opção dos jornalistas foi ficar no Ginásio, esperando a situação melhorar para depois ir para os locais da cobertura.