Novas Regras de Arbitragem na Copa do Mundo 2026

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Quem está acompanhando a Copa do Mundo de 2026 já percebeu algumas novidades também com relação à arbitragem. As mudanças nas regras do futebol, aprovadas pela International Football Association Board (IFAB) no início do ano, estão sendo aplicadas durante o torneio e têm como foco reduzir a perda de tempo e tornar as decisões da arbitragem mais claras.

Algumas dessas condutas já são conhecidas dos brasileiros, especialmente as que envolvem os goleiros, como a regra dos oito segundos. Caso o arqueiro permaneça com a bola nas mãos por mais de oito segundos, a equipe adversária ganha o escanteio.

Teve mudanças também com relação às reposições de bola. Se o goleiro ultrapassar o tempo limite para cobrar um tiro de meta, será convertido em escanteio. Já nos laterais, quando a cobrança não é realizada dentro do tempo determinado pela arbitragem, a posse de bola é revertida para a outra equipe.

Outra alteração prevê punição para jogadores substituídos que demorarem a deixar o gramado. Se o atleta ultrapassar o limite de dez segundos para sair de campo sem justificativa, sua equipe fica com um jogador a menos por um minuto.

VAR mais Presente

As mudanças impactam também na conduta do VAR, que passou a ter mais participação em situações envolvendo o segundo cartão amarelo. Com isso, permite a correção de erros claros em lances que podem até resultar em expulsão.

Um exemplo dessa participação mais ativa do VAR nas partidas foi no jogo entre Estados Unidos x Paraguai. Em um dos lances, o defensor norte-americano havia recebido o cartão amarelo por falta. O VAR analisou o lance e entrou em ação avisando o árbitro que não foi falta. O cartão amarelo foi retirado do defensor americano e o atacante do Paraguai foi amarelado por simulação.

Destaque Brasileiro na Arbitragem

Com nove representantes, o Brasil tem a maior delegação de arbitragem da Copa do Mundo de 2026. Entre eles está Wilton Pereira Sampaio, que entrou para a história ao comandar a partida de abertura entre México e África do Sul, tornando-se o primeiro brasileiro a apitar um jogo inaugural do Mundial.

Por Jonatha Crispim – integrante do Projeto Fim de Jogo/DCPress e a Universidade Veiga de Almeida. Supervisão Daniela Oliveira. Edição Patrícia Bernardo.

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Post Author: Equipe Fimdejogo