Sul-Americana: Fluminense 3 x 1 Peñarol

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Um jogo que todo torcedor sonha, até imagina, mas só vai ter certeza quando acontece. Podendo perder por um gol de diferença, o Fluminense começou sem aquele monte de troca de passes e chutando mais a gol. Com isso, logo abriu o placar nos minutos iniciais da partida. Depois ainda mais um no primeiro tempo e o terceiro no início do segundo tempo. Com um placar assim, o pessoal cantava de tudo, música de carnaval, as tradicionais e até ola rolou nas arquibancadas.

 

É um time mais pra frente que o torcedor quer ver. Sabemos que a troca de passes é importante e bonita, mas precisa vir com resultado junto.

Em um momento, o Peñarol resolveu dar uma assustada, mas o acumulado era de 5×2, mas quem diz que o torcedor lembra. Os gols foram de Marcos Paulo (2) e Yony Gonzalez.

Yony Gonzalez comemora gol durante Fluminense X Penarol realizada no Maracanã pela copa Sul-americana no Rio de Janeiro, RJ, na noite desta terça-feira (30)
Marcos Paulo comemora gol durante Fluminense X Penarol realizada no Maracanã pela copa Sul-americana no Rio de Janeiro, RJ, na noite desta terça-feira (30)

Público de Fluminense x Peñarol

Mesmo sem a abertura do Setor Norte para o Fluminense – ficou só com o Peñarol – tivemos um bom público no Maracanã. Só algumas questões para entender, como a redução do Setor Leste Superior, que perdeu três colunas inteiras. Estava com informação de esgotado, mas havia lugar por lá. Na parte inferior, temos agora uma espécie de área vip por lá.

Foram 35.071 presentes, 31.820 pagantes e renda de R$ 1.278.355,00.

Chegada ao Maracanã

Depois de alguns jogos ausentes, o pessoal se animou com a Sulamericana e voltou a fazer a recepção com sinalizadores e muita cantoria na chegada do Fluminense ao Maracanã. Quando estava chegando na altura da rampa do metrô, vi os torcedores acelerando o passo e fui junto, correndo (que vale que a academia está em dia). Consegui alcançar um trecho e a dispersão do pessoal.

Sobre a abertura da bilheteria no Maracanã, a história é um pouco complexa e acho que, de agora em diante, acredito só na informação de última hora. Até uma da tarde, não havia possibilidade de abertura no estádio, mas o que a gente não sabia (e não dá pra entender porquê) é que estava acontecendo uma reunião com a Conmebol para a liberação. Vamos combinar que isso está ficando repetitivo. A gente pergunta, confere, afirmam e depois muda. Nunca pode, mas de repente pode. Então como conseguir avisar ao torcedor?

A questão é que fui até a bilheteria 4, por volta das 18h, conferi no guichê que Sul e Leste Superior estavam esgotados (apesar de não ter enchido o Leste Superior) e que o Setor Norte não estava liberado pra venda. Quando foi 8 da noite, a fila já era enorme. E ai? O torcedor até pode resolver antes, mas será que não fica esperando aquela decisão em cima da hora?

Em relação ao controle de acesso, também não é simples, porque o torcedor só passa se mostrar o ingresso. Eu só passo com a credencial de imprensa. Então que tanta fumaça de churrasquinho, camisa, boné, cerveja e água passam? Devem usar um bom disfarce.

Pelo menos a área em frente ao Bar dos Esportes acabou fechada e o pessoal fez festa por lá. Mas também tivemos engarrafamento na Rua Eurico Rabelo, mesmo fechada ao trânsito.

Tem coisas que a gente até tenta entender, mas é difícil.

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Post Author: Patricia Bernardo

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